
16.10 | SEXTA-FEIRA | 14H
CINEMA NEGRO BRASILEIRO FEITO POR MULHERES: HISTÓRIA, AUTORIA E DISPUTA DE IMAGINÁRIOS
A oficina Cinema Negro Brasileiro Feito por Mulheres é um encontro para refletir sobre trajetórias, estéticas e estratégias de criação no audiovisual negro contemporâneo a partir de imagens construídas por mulheres negras. Uma conversa sobre memória e futuro, sobre quem conta as histórias, como elas são contadas e sobre ocupar o cinema como território de imaginação e poder.
Sobre Petyta Reis
Diretora de arte, artista visual e realizadora, idealizadora da Afrocena, podcast e mostra dedicados ao cinema negro brasileiro. Atua na pesquisa estética, identidade e narrativa, com trabalhos que atravessam direção de arte, curadoria e educação.
Sobre Joice Rodrigues
Publicitária e cineasta santista, é liderança e produtora executiva da produtora Quarto do Amor, com atuação em produção e assistência de direção em diferentes obras do cinema independente.
Local: On-line via Google Meet (link enviado 30 minutos antes)
Vagas: 100 (prioridade para mulheres cis, trans, travestis e pessoas não binárias)
17.10 | SÁBADO | 14H
OLHAR AO REDOR: UMA CONVERSA SOBRE 10 ANOS DE FESTIVAIS, CINEMA DE MULHERES E COMO NOS MANTERMOS VIVAS
Um convite para pensarmos em ações coletivas diante da atual conjuntura política brasileira utilizando o espaço de nosso festival. A proposta é abrir um espaço de diálogo entre diferentes iniciativas, pessoas frequentadoras, reconhecendo o papel dos festivais como projetos culturais e sociais e buscando caminhos para ações conjuntas em defesa da democracia, da diversidade e da nossa existência.
A conversa parte também das observações acumuladas ao longo dos dez anos da Mostra das MINAS, traçando um panorama das transformações no circuito de festivais desde 2016: o surgimento de novos eventos dedicados ao cinema de mulheres e às dissidências de gênero, as ramificações desse recorte, as revisões de pautas e as mudanças nos festivais de perfil mais abrangente.
Sobre Iasmin Alvarez (facilitadora)
Diretora e produtora do Mostra das MINAS, desenhista e finalizadora de som, editora, oficineira nas oficinas Guerrilha DOC, tradutora, revisora e legendadora. Diretora dos curtas metragens "Vá Como Se Seu Namorado Não Fosse Gostar" e "Sangria".
Local: On-line via Google Meet (link enviado 30 minutos antes)
Vagas: 100 (prioridade para mulheres cis, trans, travestis e pessoas não binárias)
18.10 | DOMINGO | 14H
DOCUMENTÁRIO EM PRIMEIRA PESSOA E OS DILEMAS DA INTERAÇÃO
Quando a câmera se volta para quem filma, onde termina a observação e começa a interação? A oficina Documentário Em Primeira Pessoa e os Dilemas da Interação propõe um mergulho nas complexidades estéticas, éticas e narrativas do documentário no qual a direção se coloca diante das lentes ou atua como força motriz da história. Discutiremos o papel de quem abandona a suposta neutralidade para se assumir como sujeito ativo e vulnerável da obra. O encontro convida os participantes a refletirem sobre como a subjetividade, a memória pessoal e a interação direta afetam a relação com os personagens, os espaços e a própria construção da verdade no cinema.
Sobre Raquel Pellegrini
Professora universitária, diretora técnica do Curta Santos e assessora técnica de assunts relacionaods a Cinema e Audiovisual na Secretaria de Cultura de Santos. Com mais de 30 anos de experiência na área, foi a primeira mulher repórter da história da televisão da Baixada Santista, com passagens pela TV Litoral, TV Brasil (afiliada do SBT) e TV Mar (antiga Manchete). Como cineasta, dirigiu o longa-metragem documental Laje dos Sonhos, sobre a Laje de Santos, premiado em diversos festivais. Também encabeça o Movimento Audiovisual da Baixada Santista - MABS.
Local: On-line via Google Meet (link enviado 30 minutos antes)
Vagas: 100 (prioridade para mulheres cis, trans, travestis e pessoas não binárias)
© Mostra das MINAS | 2026